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Sequestrados Por Ansiedade Magazine Reportagem

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Certeza que o farei mal... Eu tenho que relaxar. E ainda por cima, essa dor de barriga. Uf, neste instante são quatro da manhã. Não dormirei nada e a reunião será fatal. E se eu tomar outra pílula? Não vai doar correto… Não vai dar certo…”. Pensamentos negativos, tristeza permanente, problema para dormir, dor psíquico e físico… A tortura da ansiedade. Segundo o estudo epidemiológico a respeito de transtornos mentais ESEM-eD-Portugal, 9,3% dos espanhóis sofrerá qualquer transtorno de preocupação ao longo de tua vida.

trata-Se do grupo de patologias mentais mais frequente depois da depressão. A aflição é uma emoção muito vantajoso, até direito ponto. Diante de uma ameaça, alerta o cidadão pra luta ou a fuga. O defeito é se o alarme é ativado sem nenhum perigo no horizonte ou é excessiva.

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“Há muitas pessoas que estão quase sempre impacientes”, diz Antonio Cano, presidente da Sociedade Espanhola pro Estudo da Ansiedade e o Estresse. Vivem presas pelo susto. Então, a preocupação de imediato não é uma reação benéfico, entretanto um dolorido hábitos de vida. Como explica Vicente Cavalo, professor de Psicologia da Universidade de Granada, “a tristeza torna-se patológica no momento em que é exagerada com conexão ao desafio que desencadeia e interfere negativamente pela vida da pessoa”.

Os especialistas ainda não sabem por que um percentual tão grande de pessoas que vivem aflitas. Não terão responsabilidade de alguns genes impertinentes? o trauma de infância? será que essa nação tão acelerada, pós-moderna e incerta? “Certamente, interagem com fatores biológicos, psicológicos e sociais”, indica Francisco Ferre, chefe de serviço de psiquiatria do hospital Gregorio Marañón de Madri.

Por um lado, qualquer coisa de má sorte pela loteria genética. “Há bebés mais irritável. Talvez tenham maior vulnerabilidade biológica à angústia”, considera Vicente Cavalo. Além disso, o abuso físico ou psicológico na infância aumenta o risco de ser um adulto inquieto. E os filhos de pessoas agoniadas têm mais promessas de sê-lo.

Um dado interessado: nos Estados unidos se fornece o dobro de casos de aflição patológica, que em Portugal. Como andam os genes mais danificados ou abundam as infâncias desgraciadas na terra do Tio Sam? “A chave é que os transtornos de amargura estão muito relacionados com o tipo de sociedade em que vivemos”, reconhece Antonio Cano.

o Que vamos mencionar: a hipoteca, às pressas, um futuro de serviço cada vez mais neblinoso… Os fundamentos do jogo do capitalismo made in Usa. Também, explica Francisco Ferre, “a existência tem se acelerado e desafiar multidão de circunstâncias de microestrés: o ônibus que não chega, a cara estranha de um colega do serviço… Tudo isto nos enche”. E, como se não bastasse, veio a decadência. Como dizem alguns estudos, que com ela estão aumentando os casos de ansiedade, depressão e abuso de álcool em Portugal. Assim o sinaliza, a título de exemplo, uma busca publicada em 2012 no European Journal of Public Health.

Ademais, segundo a última pesquisa sobre isto álcool e drogas do Ministério da Saúde, os espanhóis abrem o kit com mais praticidade do que antes da decadência para combater teu desconforto e suas noites em claro. À vista do panorama atual, não é de estranhar que uma das patologias de preocupação mais comuns, seja o transtorno de aflição generalizada. Quem o sofre, vive acorrentado a uma amargura e tristeza excessiva.

Qualquer contratempo, por menor que possa ser, atirar a tua aflição. Mas a ansiedade não é qualquer coisa tão descomplicado. “Até há não muito tempo, foi considerado um problema de donas-de-moradia”, diz Vicente Cavalo. Um estar dos nervos, um achaque psicológico pequeno, alguma coisa próprio de pessoas incapazes de encarar a vida. Mas pode ser cansativa, causar muita dor e minimizar a propriedade de vida.