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O Cinema Português Narra O Final De Akhenaton E Nefertiti Em Egípcio Antigo

O Cinema Português Narra O Final De Akhenaton E Nefertiti Em Egípcio Antigo 1

Vista de fora, parecia uma loucura irrealizável, todavia o tempo deu causa a teu criador. Essa ousadia é, pra Oliva, qualquer coisa normal. “Nunca me imaginei a Nefertiti explicando em português”, assevera. Além disso, apareceu por lá o precedente de Mel Gibson, que explorou as fonéticas vetustas em “A Paixão de Cristo” e “Apocalypto”. “É que a língua é um carro de imersão muito essencial”, continua.

Embora o resumo da decisão é acessível, o método não foi. Tratava-Se de um exercício de tradução para um idioma falecido, no entanto também de translação a um passado remoto. Tinha que imaginar como um faraó, para discutir como um faraó: “Todo o texto tem uma certa amargura com isto.

Tenho lido diversas traduções pra estruturar o discurso dos personagens. Tem sido difícil e fascinante”. Nessa tentativa de viajar no tempo e recriar sons perdidos (ninguém entende ao correto como soavam aqueles diálogos), as missas em copta são o testemunho de fonte.

< / p>“, Era a língua dos faraós, que sobreviveu visto que os pais da igreja egípcia traduziram o evangelho”, explica José Ramón Pérez-Accino, egiptólogo e consultor nesta geração. “O egípcio que ouvimos por esse longa-metragem é o egípcio nobre e fino, não o da estrada. É uma língua que nunca ouvimos e que morreu há milhares de anos.