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Assim Imaginam Os Humanóides Na Ficção

Assim Imaginam Os Humanóides Na Ficção 1

A engenharia robótica ainda está remoto de atingir seu objetivo mais ambicioso em inteligência artificial: o humanóide autônomo. Mas a ficção prontamente chegou lá. Imaginou o planeta devastado e a humanidade escravizada por batalhões de cíborgs em ‘Exterminador do futuro’.

Foi inventado andróide tão parelhos aos humanos, que (graças às realizações que ainda não conseguiu a robótica cognitiva) são capazes de ter reações humanas. E se os robôs nos data em que estamos deixando de ser humanos? Mas acima de tudo, colocou sobre a mesa as possíveis decorrências que poderá ter, no futuro, alcançar surgir a esse ápice tecnológico e que humanos e humanóides estabeleçam cada tipo de hiperlinks. E os dilemas éticos e morais que se plantearían com a chegada de uma inteligência artificial apto de interrogar tua própria identidade, ao mesmo tempo em que coloca o ser humano na palestra e japones.

o À tua imagem e semelhança? A inteligência artificial, visão a partir da ficção, é um experimento sociológico. Seus quadros são um espelho em que a humanidade se reflete e uma chance pra mergulhar em nossa psique. Fazem-no em ‘The Walking Dead’, contando o modo como os vivos se relacionam entre eles contra um inimigo comum: demonstrando empatia e trabalhando ou pensando apenas pela sobrevivência individual. O robô ‘Futurama’ peque de vicioso, mal discutido e degenerado diz muito do senso de humor de Matt Groening imaginando que essa fabricação humana vai cessar por comprar o pior dele. Mas não é uma idéia tão absurdo. Verdadeiramente, é quase a chave da robótica pela ficção: que torná-los muito iguais a nós não é uma boa ideia.

bem, deveriam nos ceder lições de que forma ser humanos, como nesse discurso mítico conclusão de ‘Blade Runner’. Sobre este desenvolvimento tecnológico, a ficção se levanta algumas mais dúvidas: como será que Seremos capazes de estar à altura de nossa criação? Vocês Se tornarão perigosos no momento em que forem superiores intelectualmente ao criador? Que tipo de vínculos desenvolver com eles? Você Preparados pra inteligência artificial mais avançada? A ficção vai um passo à frente e nos avisa, fazendo com que nos mars perguntar se realmente estamos preparados para a chegada da inteligência artificial mais avançada e pra criar este artigo o universo com os humanóides.

Os japoneses estão: os necessitam pra compensar a falta de adolescentes numa sociedade cada vez mais envelhecida e com uma taxa de natalidade baixa. Como nação, além do mais, têm uma visão mais simpática da robótica. Eles, os maiores investidores em tecnologia, querem fazer dos humanóides os assistentes, enfermeiros e cuidadores de seus maiores. Como fazem os sintéticos, “escravos” ou assistentes domésticos, pelos seus proprietários em ‘seres Humanos’ (você pode verificá-lo em Orange Séries).

Embora também satisfazem outro tipo de necessidades. O defeito vem quando se tornam seres “conscientes” e começam a agir por desejo própria. O superior perigo que coloca a ficção é ser superados por nossa própria fabricação; uma coisa que teria consequências catastróficas pra humanidade. Em alguns casos, eles são os personagens secundários são os mais prejudicados; porém, seja como for, no fim, nunca sai bem.

No video de Steven Spielberg ‘A. I. ‘, como por exemplo, cometem um defeito ao não determinar as decorrências de dotar a um garoto-robô (um “meca”) de inteligência emocional. Lhe é concedido o dom de perceber e de adorar incondicionalmente. Mas propriamente dessa forma, assim como de provar anseios, terror da perda e a dor do abandono. Será que é tudo isto justificado no momento em que se trata de satisfazer uma indispensabilidade pessoal, como a de ter um filho?

É lícito programar um rapaz-robô pra te gostar se você não vai poder ser responsável pelo ele? Do ponto de visão do humanóide, ‘A. I.’ é a trágica história de um rapaz que perdeu a tua mãe e o amor pro que lhe foi programado, uma condenação. Porque é a sua justificativa de ser, e é incapaz de entender a vida sem esse amor. Na comunidade do futuro, que coloca Spielberg, sentem-se pressionadas pelo progresso.

  • Tanto vai o cântaro à fonte…, que já entendeu a nadar o modo costas
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  • um AI winter

Os orgânicos odeiam os mecânicos, pelo motivo de sabem que sobreviverão aos humanos, deste modo se divertem às tuas custas ou os escravizam como objetos sexuais. Como em ‘seres Humanos’, estão ao serviço do homem, seus desejos e interesses. Também em ‘Black Mirror’ (Netflix) acreditam que os humanóides são capazes de chegar a satisfazer o humano no plano emocional e substituir um ser querido. Mas não têm em conta a frustração de ambos no momento em que essa conexão não é possível. Porque não é natural. Como repercussão de todas estas outras relações, Spielberg e Brooker supõem que, chegado o instante, o nosso egoísmo leva-nos a não ter em conta as tuas emoções, pelo motivo de prevalece o interesse do ser humano.

porém, em ‘A. I.’, como em diversas novas histórias de ciência-ficção e robôs, eles acabam questionando nossa própria humanidade. Lhes concedemos sentimentos pra nossa própria conveniência, todavia não nos preocupamos no momento em que sofrem. Paradoxalmente, uma atitude insuficiente humana. “Pensei que esse território era apenas pra satisfazer os instintos básicos.