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“A Semente Do Fracasso É O sucesso”

"A Semente Do Fracasso É O sucesso" 1

No último dia 22 aparecia em Expansão, uma coluna intitulada “Seis receitas de um empresário de sucesso”. Estava escrito em um fato em que se explicavam os detalhes do fundo de capital que o empresário Juan Roig, presidente da Mercadona, tem-se constituído como um acelerador de outras organizações.

As 6 receitas têm seu interesse e recomendo a tua leitura. Me chamou a atenção a última delas que se enunciava: “A semente do fracasso é o sucesso. Se você pensa que você é mais vulnerável”. A frase me trouxe à cabeça de vários fracassos de grandes corporações que foram vítimas de tua própria soberba. A inexistência de humildade, sendo que seus diretores distinguir a tempo potenciais ameaças que iam introduzindo outras formas de satisfazer as necessidades dos clientes das grandes corporações, atualmente, outras completamente desparecidas.

Por mero menosprezo concorrentes “pequenos” deixaram que esses concorrentes acabasen impondo seu jeito de fazer as coisas no mercado e hoje várias destas pequenas corporações que entraram humildemente no setor são autênticos líderes em seus mercados. A humildade é a particularidade que permite o discernimento das próprias limitações e fragilidades e, consequentemente, permite agir de acordo com esse entendimento. Christopher Peterson e Martin Seligman define a humildade como “deixar que os nossos sucessos falem por si mesmos, não procurar ser o centro das atenções e não crer mais especial do que um é”.

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Por estas datas, em Portugal, a situação econômica começou a alertar a respeito do estouro da bolha imobiliária. São paulo, mostra a suspensão de pagamentos. “pela Champions League da economia mundial”. No início de 2008, ao longo dos últimos meses da primeira legislatura de Sapateiro, deram-se a dominar vários dados que alertam sobre isso uma ilustre deterioração da ocorrência económica espanhola.

Desde o governo tendia a relativizar as informações económicos adversos e a refutar de forma taxativo cada indício de decadência econômica. Sapateira qualificava em algumas ocasiões de “antipatriotas” pra aqueles que alertava de uma possível queda econômica. Ao mesmo tempo continuava fazendo probabilidades eleitorais de extenso embate econômico, como a devolução de 400 euros a todos os contribuintes do IRPF no caso de ser reeleito.

não obstante, a deterioração da economia não passava despercebido e desde portanto o governo começou a usar o termo “desaceleração” para se citar ao início da incerteza sem nomeá-la. Depois de uma campanha eleitoral em que um dos slogans principais do PSOE era “o pleno emprego.

Zapatero adquiriu as eleições de março de 2008, bem que não com maioria absoluta. Durante os meses seguintes foram-se conhecendo mais fatos de destruição de postos de serviço e de quedas de afiliação pra segurança social. O governo teve que conter tuas previsões de crescimento económico pra 2008, no entanto mantinha que “em 2009, sairemos da queda”.

Sapateiro continuava sem discernir a recessão económica, a que denominava “desaceleração transitória sem demora mais intensa”, ou “fragilidades económicas”, e destacou as conquistas económicos conseguidos durante a legislatura anterior, sem ignorar a aplicação de novas medidas de desafio. No desfecho de maio de 2008, o euríbor superou pela primeira vez em 5%, o que representava um aumento da quota mensal das hipotecas.

Em meados de junho de 2008, o deputado Gaspar Llamazares (UI) questão no Congresso, o vice-presidente Pedro Solbes pelas medidas adotadas contra a crise”. Não foi até o dia 8 de julho de 2008, quando Zapatero, numa entrevista na Antena 3, depois de celebração do 37.º Congresso do PSOE, menciona pela primeira vez a frase “decadência, como vocês querem que eu responda”.

A situação da imobiliária arrasta pela bolsa de valores em sua banca credora e o resto do setor imobiliário. Alguns especialistas ressaltam que este evento evidência a estagnação das vendas no setor imobiliário, a falta de firmeza numa recuperação e de restrição de crédito por quota do setor financeiro. O Conselho de Ministros aprova um programa de 24 reformas econômicas pra sua aplicação nos setores de habitação, o transporte, a energia, as telecomunicações e o ecossistema. No começo de outubro de 2008, apresentam-se acções a nível internacional para restabelecer a convicção depois da espiral de falências no sector bancário (Fortis, Dexia, Hypo Real Estate Bank, etc).