O PP de Madrid propõe construir uma unidade específica da Polícia pra reprimir a venda ilegal nas ruas da capital. Assim o foi antecipado pra esta sexta-feira o porta-voz do PP na câmara Municipal de Madrid, José Luis Martínez-Almeida, que levará a proposta para o próximo Plenário. As funções do organismo seriam “fazer cumprir as posturas municipais que proíbem a venda ilegal” e “requisitar os produtos falsificados”, falou. Além disso, o Grupo Popular exigirá a criação de um plano de acção social” para cuidar os manteros das máfias. O porta-voz popular tem criticado a “inação” e “impunidade” do Consistório em frente à proliferação do ‘top cobertor’.
de Acordo com as estatísticas da Polícia Municipal de Lisboa, as denúncias contra os manteros caíram em 36% no primeiro semestre desse ano. Uma circunstância que, segundo a crítica de Almeida, colabora, em última instância, “o desenvolvimento das máfias que traficam com os produtos”.
Frente a estas acusações, o Governo de Manuela Carmena voltou a comprovar que o dos manteros “não é um dificuldade de primeira relevância pra cidade”. Fontes da Prefeitura, prontamente falou que você está agindo para executar a lei que o proíbe e “ao mesmo tempo defender o viandante e a dos próprios policiais.” Frente a estas promessas da Prefeitura, muitos comerciantes criticam a passividade da Polícia municipal e como esta tem afetado seus negócios.
- 30 de março. Jorge Carpizo McGregor, jurista conselho de administração (n. 1944).[40]
- Centro Global pra Democracia e o Desenvolvimento (filiado)
- Jun.2009 | 01:29
- nove Marca de água
- 11 Qualidade da tradução em Sericipterus
José Fernando Bartolomeu é um dos vendedores afetados. Há 25 anos está ao cargo da corporação Madrid Lembranças, que tem mais de 28 lojas, diversas delas centenárias, espalhados na avenida Preciados, Gran Via, Arenal e Barcelona, entre novas.
Vende lembranças da cidade e objeto esportivo, e reconhece que as vendas nesse último têm sido significativamente reduzidas nos 2 últimos anos, em vasto parcela pela venda ilegal. Bartolomeu. “Temos percebido muito no último Mundial de futebol. Enquanto em nossa loja da avenida Preciados vendeu a camisa oficial por oitenta euros, na porta tinha trinta ou 40 manteros vendendo por 20 euros”, reitera. Outros lhes afeta de maneira indireta.
Apesar de que não foi influenciado de forma direta em tuas receitas, Molina critica que “a inexistência de segurança e a má imagem que dão de a cidade”, não foi prejudicado. Verônica Bartual também conhece de perto os prejuízos económicos dessa situação. Como gerente da Associação de Comerciantes e Industriais de Preciados, Carmen, Sol e adjacentes (APRECA), Bartual tem recebido diversas reclamações de empresários da área.